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Ana Amélia Lemos será moderadora no Fórum do Agronegócio

Ex-senadora e atual secretária extraordinária do RS estará em Londrina discutindo soluções para potencializar o Agro brasileiro

[Ana Amélia Lemos será moderadora  no Fórum do Agronegócio]

“O Agronegócio é estratégico para a economia sustentável no Brasil, um dos maiores produtores de grãos e carnes do mundo”, avalia a ex-senadora e atual secretária extraordinária de Relações Federativas e Internacionais do Rio Grande do Sul, Ana Amélia Lemos. Ela faz parte das lideranças nacionais do agro que participarão da terceira edição do Fórum do Agronegócio, que acontece dia 8 de abril, em Londrina, durante a ExpoLondrina. Com o tema “Potencializar o Agro: da infraestrutura à agregação de valor. Soluções?”, o Fórum é uma realização da Sociedade Rural do Paraná (SRP). Ela participa, como moderadora, do painel “Soluções e desafios para potencializar a eficiência do Agronegócio brasileiro”.

De acordo com Ana Amélia, o Brasil é o mercado mais promissor para atender a demanda de comida que a população mundial vai precisar nos próximos 10 anos, pois conseguirá ampliar sua capacidade de produção em até 40%, nesse período. “Dados da FAO - das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura - apontam que a produção de alimentos deverá crescer em 50%  na próxima década. O outro país promissor  é a China, cuja produção, na próxima década, crescerá apenas 15%”, diz.

Com uma estimativa de colher 230 milhões de toneladas de grãos este ano,  o país atingiu esse desempenho “com uso intensivo de tecnologia que agrega valor e reafirma a sustentabilidade, porque são técnicas preservacionistas”, diz. Para Ana Amélia, “os governos municipais, estaduais e federal estão envolvidos na busca de melhor eficiência e logística para esse setor”.

Para resolver os gargalos do agronegócio, a secretária extraordinária diz que, antes de tudo, “é preciso ter clareza do cenário e uma estratégia correta de atuação, envolvendo compartilhadamente, o Governo Federal, Estadual, Municipal e setor privado. A forma mais inteligente é eleger prioridades, como a conclusão de projetos já iniciados. Assim, garante-se a eficiência do recurso já aplicado e evita-se desperdício no orçamento”, afirma.

Remanejar recursos de projetos que não estejam prontos para serem executados também pode ser a saída para socorrer áreas com carências emergenciais, explica ela. “Ainda assim, será preciso incentivo às parcerias público-privadas, pois o governo não tem disponibilidade de recursos para demandas regionais à infraestrutura. Além de capacidade para investir, a iniciativa privada tem tecnologia e experiência. As concessões de rodovias precisam ser administradas de forma responsável, equilibrada e eficiente para manter as boas condições das estradas, com regras claras e tarifas de pedágios que sejam suportáveis para o usuário, por exemplo”.

Quanto às estradas municipais rurais, um dos principais problemas para o escoamento da produção, Ana Amélia diz que dependem “da reorganização do orçamento, da atração de recursos destinados a obras e de vontade política dos gestores”.  “As reformas estruturantes, a exemplo da Reforma da Previdência, são fundamentais nesse sentido. A partir do equilíbrio fiscal e da estabilidade econômica, voltaremos a ser um país atrativo para receber mais investimentos. Acredito que a proposta de Pacto Federativo, anunciada pelo ministro Paulo Guedes, será o marco político-institucional que irá resolver, de vez, todos esses gargalos que tantos problemas causam ao agronegócio”, afirma.   

As inscrições para o Fórum do Agronegócio 2019 estão abertas e podem ser feitas no site www.forumdoagronegocio.com

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